- Taiwan condena a sentença de vinte anos de prisão aplicada a Jimmy Lai em Hong Kong, considerada dura.
- O Governo taiwanês vê o veredito como uso ilegítimo da segurança nacional para reprimir liberdades fundamentais.
- Lai foi condenado por conspiração com forças estrangeiras e divulgação de publicações sediciosas.
- O Conselho para os Assuntos do Continente (MAC) pediu o fim da perseguição política e a libertação imediata de Lai.
- O MAC afirma que a pena/priva Lai de liberdade, atinge a liberdade de expressão e imprensa e nega o direito dos cidadãos de responsabilizarem os seus governantes.
O Governo de Taiwan condenou a sentença de 20 anos de prisão imposta em Hong Kong ao magnata da imprensa pró-democracia Jimmy Lai, descrevendo-a como dura e um uso ilegítimo da segurança nacional para reprimir liberdades fundamentais. A decisão foi divulgada após a leitura da sentença.
O Conselho para os Assuntos do Continente (MAC), órgão taiwanês responsável pelas relações com a China, pediu o fim da perseguição política e a libertação imediata de Lai. O MAC aponta que Lai foi condenado por conspiração com forças estrangeiras e divulgação de publicações sediciosas.
A instituição destaca que a pena severa, aplicada ao abrigo da Lei de Segurança Nacional de Hong Kong, priva Lai da liberdade, atinge a liberdade de expressão e de imprensa e compromete o direito dos cidadãos a responsabilizarem os seus governantes.
Reação de Taiwan e contexto
O MAC reiterou a necessidade de respeitar os direitos civis no território, sublinhando a importância de salvaguardar a imprensa independente. Não foram anunciadas novas medidas práticas por Taipei neste momento.
As informações oficiais sobre a sentença foram tornadas públicas em Hong Kong, e a decisão tem repercussão internacional, com estados e organizações a acompanhar o caso. O tema mantém-se no centro das atenções diplomáticas entre Taiwan e a China continental.
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