- O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, confirmou a realização de uma troca de prisioneiros com a Rússia, que devolve a casa 157 cidadãos ucranianos.
- Entre os libertados estão militares das Forças Armadas, da Guarda Nacional e do Serviço Estatal de Guardas de Fronteira, incluindo soldados, sargentos e oficiais, bem como civis.
- A troca abrangeu sobretudo pessoas capturadas desde 2022, quando a Rússia iniciou a invasão em larga escala.
- Zelensky destacou que a operação ocorre após uma longa pausa nas libertações, sublinhando a importância do acordo.
- O Presidente reforçou o compromisso de libertar todos os detidos e destacou o esforço contínuo para identificar cada caso e permitir que as famílias se reencontrem.
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, confirmou na quinta-feira a realização de uma troca de prisioneiros com a Rússia, que permitirá o regresso a casa de 157 cidadãos ucranianos. Entre eles estão militares, civis e membros de serviços de segurança, capturados ao longo de vários anos.
De acordo com Zelensky, o acordo envolve forças armadas, a Guarda Nacional e o Serviço Estatal de Guardas de Fronteira, incluindo diferentes graduações, desde soldados a oficiais. A maioria das pessoas libertadas estava em cativeiro desde 2022, ano em que a Rússia lançou a invasão em larga escala.
A operação ocorre após um período de pausas nas libertações. O chefe de Estado reconheceu a importância do regresso, destacando o empenho das autoridades em libertar todos os cidadãos detidos e permitir às famílias o reencontro com os entes queridos.
Zelensky reiterou o compromisso de continuar os esforços para identificar casos individuais e assegurar que todos os ucranianos detidos possam regressar ao seu país, numa busca que enfatiza a cooperação entre Kiev e as partes envolvidas no acordo.
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