- O Conselho de Estado da China qualificou a anulação judicial da concessão portuária no Panamá como irracional e totalmente absurda.
- A concessão envolvia uma subsidiária do grupo CK Hutchison, com base em Hong Kong.
- Pequim expressou a sua posição sobre a decisão tomada no Panamá, considerando-a injustificada.
- O texto disponibilizado indica que o conteúdo completo está reservado a subscritores.
O Conselho de Estado da China descreveu como irracional e totalmente absurda a anulação judicial da concessão portuária no Panamá, atribuída à subsidiária do grupo CK Hutchison, sediado em Hong Kong. A afirmação foi apresentada por Pequim em reação aos desdobramentos do caso.
Beijing não detalhou os fundamentos da crítica, mas reforçou a importância de respeitar contratos e acordos internacionais no âmbito de investimentos estrangeiros. O texto não especifica datas nem o conteúdo exato do processo judicial.
O episódio envolve a CK Hutchison Holdings, por meio da sua subsidiária, e o governo panameiro, com o escrutínio do seu sistema judicial. A cobertura internacional destaca a a tensão entre interesses de investimento e decisões judiciais que afetam ativos estratégicos no Panamá.
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