- Corina Machado disse estar disposta a reunir-se com a presidente interina Delcy Rodríguez para definir um calendário de transição, se for necessário.
- A declaração foi feita numa reunião online com a imprensa da Colômbia, cerca de um mês após a captura de Nicolás Maduro.
- O Presidente dos EUA, Donald Trump, sugeriu unir chavismo e oposição para facilitar uma transição democrática na Venezuela.
- A embaixada dos EUA reabriu em Caracas com a chegada da embaixadora Laura Dogu, após sete anos, e o secretário de Estado Marco Rubio disse que a Venezuela democrática exigirá tempo e eleições livres.
- Delcy Rodríguez anunciou amnistia para presos políticos e o encerramento do Helicoide; Dogu mencionou as três fases propostas por Rubio: estabilização, recuperação económica e reconciliação, e transição.
Corina Machado afirmou estar disponível para reunir-se com a presidente interina Delcy Rodríguez para discutir um cronograma de transição na Venezuela, caso seja necessário. A posição foi comunicada após uma reunião online com a imprensa venezuelana.
A líder da oposição venezuelana mencionou a possibilidade de encontro com Rodríguez, mantendo porém críticas ao Governo interino, que classificou como uma “máfia” em referência ao conjunto das instituições.
A declaração surge num momento em que se manteêm discussões sobre o futuro político do país, depois de informações sobre o rapto do presidente Nicolás Maduro em Caracas, atribuídas às forças armadas norte-americanas, ainda não confirmadas de forma independente.
Paralelamente, o Governo dos Estados Unidos sinalizou abertura a um diálogo entre chavismo e oposição para facilitar uma transição democrática, com sugestões públicas sobre a possibilidade de negociação entre as partes.
No âmbito externo, a embaixadora dos EUA em Caracas, Laura Dogu, chegou para reabrir a missão diplomática norte-americana, encerrada há sete anos, e reuniu-se com Delcy Rodríguez para discutir três fases propostas para a Venezuela: estabilização, recuperação económica e transição.
As autoridades venezuelanas têm enfatizado o papel de uma transição política liderada pela comunidade internacional, com chamadas para eleições livres e justas, embora reconheçam que o cronograma pode exigir tempo e negociações entre múltiplos atores.
Entre na conversa da comunidade