- Agentes da unidade de cibercrime da polícia francesa, com a Europol, realizaram buscas aos escritórios franceses da rede social X, em Paris.
- A operação integra uma investigação iniciada em janeiro de 2025 sobre o possível uso fraudulento de dados e a falsificação de um sistema de processamento de dados pela inteligência artificial Grok, propriedade de Elon Musk.
- A ação foi ampliada em julho do ano passado após denúncias de deepfakes sexualmente explícitos (inclusive envolvendo menores) e de conteúdo negacionista do Holocausto.
- O Ministério Público afirma que o objetivo é assegurar o cumprimento das leis francesas por parte da X.
- Elon Musk e a antiga CEO Linda Yaccarino foram convocados para entrevistas voluntárias em Paris no dia 20 de abril.
Os escritórios da rede social X, com sede em Paris, foram alvo de uma operação policial nesta terça-feira. A ação, conduzida pela unidade de cibercrime da polícia francesa, envolve a investigação sobre deepfakes e uso indevido de dados pela ferramenta de IA Grok. A Europol colabora no processo.
Segundo o procurador público de Paris, a investigação decorre desde janeiro de 2025 e foca o possível uso fraudulento de dados e a falsificação de um sistema de processamento por Grok, propriedade de Elon Musk. A ação foi ampliada em julho de 2024 após denúncias relacionadas com conteúdo sexualmente explícito em deepfakes.
O Ministério Público indica que a operação faz parte de esforços para assegurar o cumprimento das leis francesas pela X. Em fevereiro de 2025, um membro do Parlamento manifestou preocupações sobre alterações no algoritmo e interferência na gestão desde a aquisição pela empresa de Musk.
Elon Musk e Linda Yaccarino foram convocados para entrevistas voluntárias em Paris, marcadas para 20 de abril. A iniciativa visa esclarecer responsabilidades e fornecer informações pertinentes à investigação em curso.
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