- Os ministérios do Egito, Jordânia, Emirados, Indonésia, Paquistão, Turquia, Arábia Saudita e Catar condenaram energicamente as violações do cessar-fogo em Gaza, que causaram morte e ferimentos a mais de mil palestinianos.
- A escalada aumenta as tensões e preocupa a segurança da região, dificultando a estabilidade local.
- As violações são apresentadas como uma ameaça direta ao processo político e às etapas para uma Faixa de Gaza mais estável, com foco na segunda fase do plano de paz.
- Os signatários pedem que todas as partes envolvidas assumam plenamente as suas responsabilidades para manter o cessar-fogo e evitar ações que comprometam o acordo.
- Desde a entrada em vigor da trégua já foram mortas cerca de 530 pessoas em Gaza, incluindo mais de 100 crianças, segundo o ministério da Saúde de Gaza.
Oito países árabes e islâmicos condenaram as violações do cessar-fogo em Gaza, segundo os respetivos ministérios dos Negócios Estrangeiros. As declarações chegam na sequência de novos ataques que ferem a trégua acordada previamente.
Negócios Estrangeiros do Egito, Jordânia, Emirados Árabes Unidos, Indonésia, Paquistão, Turquia, Arábia Saudita e Catar alvo de críticas destacam que as ofensivas causaram danos e mortes a mais de mil palestinianos. A nota salienta que a escalada aumenta as tensões na região.
Os ministérios consideram que as violações colocam em risco o processo de paz e dificultam a segunda fase prevista, que visa estabilidade na Faixa de Gaza e melhoria das condições humanitárias. Pedem que todas as partes assumam responsabilidades para manter o cessar-fogo.
A condenação surge após o ministério da Saúde palestiniano registrar pelo menos 32 mortes em Gaza, entre elas sete crianças, em ataques realizados ao longo do enclave. Os números somam, desde o início da trégua, cerca de 530 mortos, incluindo mais de 100 menores.
A trégua em vigor previa a troca de reféns, retirada parcial de forças israelitas e entrada de ajuda humanitária. Mesmo assim, têm-se reportado reiteradas violências e acusações mútuas de incumprimento entre as partes envolvidas.
As próximas etapas previstas incluem um Governo de transição tecnocrático, o desarmamento do Hamas, a criação de uma força internacional e a reconstrução de Gaza, conforme o plano de paz apoiado por várias nações.
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