- A última tranche dos ficheiros Epstein, considerada pela Justiça como a última, foi libertada, contendo milhões de documentos, mais de dois mil vídeos e 180 mil imagens, sujeitas a edições extensas.
- O procurador-geral-adjunto dos EUA, Todd Blanche, afirmou que houve “extensas edições” no material divulgado.
- Entre os registos aparecem fotografias de André Mountbatten-Windsor, antes príncipe André, no chão, com uma mulher.
- O conteúdo também menciona várias referências a Donald Trump, mas o Departamento de Justiça avisou que podem haver alegações falsas sobre o Presidente.
- Os Democratas acusam a Administração de reter documentos.
A última tranche dos ficheiros Epstein, segundo o Departamento de Justiça dos EUA, será a última. Inclui milhões de documentos, mais de dois mil vídeos e 180 mil imagens com edições extensas, anunciou o procurador-geral-adjunto Todd Blanche esta sexta-feira.
Entre o material divulgado surgem fotografias de Andrew Mountbatten-Windsor, o que foi príncipe André, a ser fotografado no chão com uma mulher. A divulgação ocorre numa fase de publicações anteriores já conhecidas sobre o caso.
A divulgação também contém emails de Elon Musk e referências mencionadas no arquivo. O conteúdo tem gerado polémica, com o governo a avisar que podem existir alegações falsas sobre o Presidente. Democratas acusam a Administração de reter documentos.
Conteúdo divulgado, implicações
Notas indicam que o material demonstra a extensão da documentação ligada ao caso Epstein, com centenas de gigabytes de dados. A própria Justiça reforça que houve várias edições para garantir a conformidade com fontes legais.
Observadores apontam que as mensagens de Musk não implicam responsabilidade direta em crimes. O foco permanece nos desvios éticos e nas ligações entre figuras públicas e o caso histórico de Epstein.
Parlamentos e tribunais de vários países seguem a evolução do dossier. A comunicação oficial detalha que a agregação de evidências continua sob supervisão judiciária rigorosa.
Entre na conversa da comunidade