- Alex Pretti esteve envolvido em desacatos com a polícia há 11 dias de ter sido morto a tiro pela Immigration and Customs Enforcement (ICE), durante um protesto em Mineápolis, Minnesota.
- Vários vídeos de 13 de janeiro mostram o enfermeiro a danificar um veículo descaracterizado e a ser imobilizado por agentes, com lançamento de gás pimenta no local.
- O incidente ocorreu num protesto contra a atuação policial na área; mais de 100 pessoas reuniram-se para contestar a presença do ICE no bairro.
- A família de Pretti afirma que ele foi agredido violentamente pelos agentes uma semana antes da morte, enquanto a versão oficial indica que, na altura, ele não representava ameaça; médicos não concordam sobre ferimentos.
- A saída oficial do DHS indica que as imagens estão a ser revistas e que não houve registo do incidente anterior naquilo que lhes dizia respeito, mantendo o protocolo padrão de atuação policial.
Alex Pretti, enfermeiro, aparece em vídeos de desacatos com a polícia federal de imigração dos EUA, ICE, ocorridos 11 dias antes de ser morto a tiro pela própria ICE em Minneapolis, Minnesota. O protesto, contra as operações da agência, decorreu numa rua do bairro onde se realizava a manifestação.
Entre as imagens partilhadas por vários meios, vê-se Pretti a afrontar um veículo descaracterizado, seguido da intervenção de agentes armados. Em determinado momento é imobilizado no chão, com o artilharia de gás lançada para o local e manifestações a acompanharem a atuação policial.
A identidade de Pretti foi confirmada por fontes de imprensa e por quem o representa legalmente. O vídeo de 13 de janeiro integra a cobertura de um protesto contra o corte de uma rua pela polícia, com mais de 100 pessoas a participar, segundo relatos locais.
Repercussos e contexto
Poucos dias depois, foi anunciada a morte de Pretti pela polícia federal, notícia que gerou cobertura ampla nos EUA. Segundo a família, o enfermeiro tinha licença para portar arma, mas não a empunhou no momento da morte, conforme investigações preliminares.
Max Shapiro, que gravou um dos vídeos, descreveu o ataque visto no momento da gravação. O registo foi confirmado por fontes locais, incluindo a imprensa que acompanhou o protesto. A confirmação de que se trata de Pretti foi apoiada por reportagem de várias organizações.
Reação oficial e investigação
O Departamento de Segurança Interna afirmou estar a rever as imagens do vídeo. A secretaria adjunta do órgão declarou que, na prática policial, o protocolo prevê registar atos de agressão ou obstrução à lei, quando ocorram confrontos com as forças. Não foram emitidas conclusões finais sobre responsabilizações.
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