- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou a existência de uma arma secreta chamada “Discombobulator” usada na operação que capturou Nicolás Maduro em Caracas, a 3 de janeiro, alegando que incapacitou as defesas venezuelanas.
- Segundo Trump, a arma fez com que o equipamento venezuelano não funcionasse, impedindo os militares de responder à ofensiva norte‑americana; testemunhas também relatam falhas nos sistemas de radar e na reacção aos drones.
- A entrevista, dada à New York Post na Sala Oval da Casa Branca, teve Trump a dizer que não tem autorização para falar sobre a arma secreta, mas confirmou o uso da tecnologia.
- Maduro e a mulher, Cilia Flores, foram capturados durante a madrugada de 3 de janeiro nos EUA, sob mandado para deter o presidente venezuelano; os dois estão detidos e enfrentam acusações, incluindo narcotráfico.
- Debatem‑se ainda ligações com a suposta “Síndrome de Havana” e armas de energia pulsada; relatos não confirmados sugerem efeitos neurológicos em diplomatas, mas não há comprovação oficial.
O presidente dos EUA, Donald Trump, revelou que foi usada uma arma secreta, denominada Discombobulator, na operação que levou à captura do presidente venezuelano deposto, Nicolás Maduro. O ataque ocorreu em Caracas, a 3 de janeiro, segundo Trump, que não forneceu autorização para falar sobre o dispositivo.
A entrevista foi realizada na Sala Oval da Casa Branca e publicada pelo New York Post. Trump afirmou que a arma impediu as defesas venezuelanas de responder à ofensiva norte-americana. Segundo ele, os militares venezuelanos não conseguiram reagir aos sistemas de armamento.
Trump descreveu que a força adversária não lançou os rockets, citando equipamentos russos e chineses, que não teriam funcionado. O chefe de Estado disse que a operação contou com helicópteros norte-americanos que descentaram sobre Caracas sem oposição.
A informação surge após relatos sobre a possível existência de uma arma de energia pulsada, associada à chamada Síndrome de Havana. Essa condição foi reportada por diplomatas norte-americanos em Havana desde 2016, com sintomas neurológicos em investigação.
Testemunhas da operação descreveram uma onda de som extremamente intensa, seguida de efeitos físicos como sangramento nasal e vertigens. Outros relatos mencionaram falhas nos radares e a observação de drones, antes da chegada de oito helicópteros com cerca de 20 soldados.
Maduro e a esposa, Cilia Flores, foram detidos na madrugada de 3 de janeiro por ordem judicial. Ambos estão aos cuidados das autoridades norte-americanas, sob acusações que incluem narcotráfico e outros crimes.
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