- O Parlamento Europeu vota hoje uma moção de censura à Comissão Europeia apresentada pelo grupo Patriotas pela Europa, que acusa o executivo de prejudicar os agricultores com o acordo UE-Mercosul.
- A maioria dos grupos eurodeputados revelou que vai votar contra a moção, deixando-a com chumbo quase garantido, excecionando os Patriotas pela Europa e os Reformistas e Conservadores Europeus (ECR).
- O texto acusa a Comissão de ter ignorado a oposição de parlamentos nacionais, do Parlamento Europeu e dos agricultores europeus, argumentando que o acordo expõe setores agrícolas à concorrência desleal.
- Os patriotas pela Europa pedem a demissão da presidente da Comissão, Ursula von der Leyen, alegando fragilidade da UE e falha em ouvir agricultores e cidadãos.
- Esta é a quarta moção de censura contra a Comissão Europeia neste mandato; todas foram rejeitadas, sendo necessária maioria de dois terços para aprovação.
O Parlamento Europeu vota hoje uma moção de censura à Comissão Europeia apresentadal pelos Patriotas pela Europa, grupo de extrema-direita. A acusação centra-se no acordo UE-Mercosul e na suposta prejudicialidade para os agricultores da UE.
Segundo o grupo, a moção reforça que a aprovação do acordo ignorou a oposição de parlamentos nacionais, do Parlamento Europeu e de produtores europeus. O texto sustenta que o acordo pode favorecer a concorrência desleal em vários setores.
Os Patriotas pela Europa defendem que a gestão atual da Comissão fragiliza a UE e que Ursula von der Leyen não ouviu suficientemente agricultores e cidadãos. O objetivo é obrigar o órgão a demitir.
Esta é a quarta moção de censura enfrentada pela Comissão Europeia neste mandato, todas rejeitadas até ao momento. A aprovação depende de uma maioria de dois terços dos eurodeputados, conforme os Tratados da UE.
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