- O político alemão Jürgen Hardt admitiu ao Bild que a Alemanha poderá boicotar o Mundial de 2026, como último recurso, para contestar a decisão de Donald Trump de adquirir a Gronelândia.
- Hardt disse que o boicote seria uma medida de último recurso, sem desenvolver muito mais o tema.
- Se ocorrer, a Alemanha — tetracampeã mundial — ficaria de fora de um campeonato que contou com a participação antecipada dos Estados Unidos como anfitriões.
- A ideia já tinha sido levantada por Piers Morgan, que sugeriu que várias selecções poderiam ficar de fora durante as negociações com Trump.
- Morgan mencionou, entre as opções, países como Inglaterra, França, Espanha, Alemanha, Portugal, Holanda, Noruega e Itália.
O deputado alemão Jürgen Hardt afirmou ao jornal Bild que existe a possibilidade, ainda a título de último recurso, de a Alemanha boicotar o Mundial de 2026. A provocação surge na sequência da controvérsia em torno da eventual venda da Gronelândia ao presidente dos EUA, Donald Trump.
Hardt destacadamente indicou que o boicote seria uma medida extrema para sensibilizar Trump sobre a decisão de comprar a Gronelândia. O objetivo, segundo o parlamentar, seria colocar pressão para repensar a matéria. Não foram detalhadas condições ou prazos.
A notícia envolve ainda a hipótese de não participação de uma das equipas mais históricas do futebol mundial, com a Alemanha tetracampeã nas décadas de 1950, 1974, 1990 e 2014, caso o cenário se confirme. A posição alemã surge num contexto de negociações internacionais.
A reação pública ganhou eco em outros comentários de figuras públicas. O jornalista britânico Piers Morgan sugeriu, em X, que várias seleções poderiam ficar de fora temporariamente para chamar a atenção para o negócio da Gronelândia. A ideia não implica confirmação oficial de nenhum país.
Não houve confirmação de outros passos ou de eventuais medidas adicionais. O Mundial de 2026, que será realizado em três países anfitriões nos Estados Unidos, permanece, por ora, sujeito a negociações e decisões oficiais.
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