- O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Serguei Lavrov, negou que a Rússia e a China tenham planos para tomar a Gronelândia.
- Lavrov afirmou, em Moscovo, que esse não é assunto do seu país nem motivo para a anexação da ilha.
- A declaração ocorreu durante uma conferência de imprensa para apresentar o balanço da diplomacia russa em 2025.
- Trump tinha dito que queria adquirir a Gronelândia por motivos de segurança, alegando planos russos e chineses para controlar a região.
- A Gronelândia é uma região autónoma da Dinamarca e detém grandes reservas de hidrocarbonetos e de minérios.
A versão russa das declarações não confirma qualquer plano de tomada da Gronelândia por parte da Rússia ou da China. O ministro dos Negócios Estranhos, Serguei Lavrov, negou a qualquer momento, em Moscovo, que haja intenções de se apoderar da ilha. O comentário surgiu durante uma conferência de imprensa sobre o balanço da diplomacia russa em 2025.
Lavrov afirmou que não existem planos envolvendo Moscovo ou Pequim para a Gronelândia, sublinhando que os Estados Unidos sabem disso. A observação foi feita na sequência de declarações de Donald Trump sobre uma eventual aquisição da Gronelândia.
Trump tinha alegado que a Gronelândia poderia ser adquirida para reforçar a segurança dos EUA, citando supostos planos russos e chineses para controlar a ilha no Ártico. O ex-presidente justificou a ideia como uma resposta a questões de segurança nacional.
A Gronelândia, hoje região autónoma da Dinamarca, é objeto de interesse financeiro devido às suas reservas de hidrocarbonetos e de minérios. A discussão envolve não apenas interesses estratégicos, mas também implicações geopolíticas entre grandes potências.
Contexto geopolítico
A declaração de Lavrov surge num momento de atenção internacional sobre a região Ártica e a presença de várias potências na área. A posição russa é de que não há planos de conquista, enquanto Trump manteve a sugestão pública de aquisição.
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