- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, agradeceu às autoridades iranianas por alegadamente suspender mais de 800 execuções previstas para esta semana, segundo a Casa Branca.
- O Irão, através do ministro dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araqchi, afirmou apenas que não há execuções previstas no contexto da crise que começou no país no início do ano.
- O protesto inicial, movido por questões económicas e pelo colapso da moeda, acabou por evoluir para ataques a instituições públicas, com a repressão das forças de segurança.
- O Governo iraniano reconheceu inicialmente as queixas legítimas, mas atribuiu os distúrbios a uma conspiração liderada pelos Estados Unidos e Israel.
- No domingo anterior, Trump ofereceu ajuda para “libertar” o Irão, em resposta a uma mensagem do presidente do Parlamento iraniano sobre alvos legítimos caso haja ataque dos EUA.
Donald Trump agradeceu às autoridades iranianas por alegadamente suspenderem mais de 800 execuções previstas para esta semana, segundo a Casa Branca. Ainda não há confirmação independente sobre esse número.
O Irão limitou-se a dizer que não existem execuções previstas, numa altura de crise que começou com protestos económicos e a desvalorização do rial. As autoridades enfrentaram repressões intensas, com críticas internacionais.
O Governo iraniano reconheceu, inicialmente, legítimas as queixas populares, mas culpa uma conspiração externa liderada pelos EUA e por Israel pelos distúrbios que se seguiram.
Contexto e reação internacional
Nesta conjuntura, Trump afirmou, via redes sociais, ter grande respeito pela suspensão das execuções anunciadas pela liderança iraniana. A comunicação ocorreu após um conjunto de tensões regionais.
No fim de semana, o chefe de Estado americano ofereceu ajuda ao Irão para libertação, em resposta a declarações do presidente do Parlamento iraniano, que avisou sobre possíveis ações contra Israel e bases americanas em caso de ataque dos EUA.
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