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Trump pede a Cuba que aceite um acordo antes que seja tarde

Trump exorta Cuba a aceitar acordo para evitar ficar sem petróleo e recursos venezuelanos, enquanto EUA bloqueiam receitas do petróleo venezuelano

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Trump exorta Cuba a aceitar "um acordo, antes que seja tarde demais"
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  • O Presidente dos EUA exortou hoje Cuba a “aceitar um acordo, antes que seja tarde demais” para evitar ficar sem petróleo e dinheiro venezuelanos.
  • Trump escreveu na Truth Social que “não haverá mais petróleo ou dinheiro para Cuba — zero” e sugeriu aceitar o acordo rapidamente.
  • Os EUA lançaram há cerca de uma semana uma operação em Caracas para capturar Nicolás Maduro e anunciaram a intenção de administrar o país e o petróleo.
  • Maduro e a mulher, Cilia Flores, acusados de tráfico de droga, negaram as acusações e encontram-se detidos nos EUA; Delcy Rodríguez foi nomeada presidente interina.
  • No sábado, Trump decretou emergência nacional para proteger as receitas do petróleo venezuelano em contas do Tesouro dos EUA, impedindo credores de exigir fundos.

Donald Trump apelou hoje a Cuba para aceitar um acordo, antes que seja tarde demais, sob o argumento de que o país pode ficar sem petróleo e sem recebimentos da Venezuela. A mensagem foi publicada na rede social Truth Social, de forma contundente.

Segundo a mensagem, não haverá mais petróleo nem dinheiro para Cuba, afirmando que a hora de um acordo chegou. A frase foi partilhada pelo Presidente dos EUA como parte de uma intervenção pública recente.

Nos últimos dias, os EUA anunciaram uma ofensiva em Caracas para capturar o presidente venezuelano Nicolás Maduro e anunciaram a intenção de assumir a gestão do país e do petróleo. Maduro e a mulher, Cilia Flores, foram detidos nos EUA, enfrentando acusações de tráfico de droga, às quais se declararam inocentes em Nova Iorque.

Na sequência, Delcy Rodríguez foi designada presidente interina da Venezuela. No sábado, Trump decretou uma emergência nacional para proteger as receitas obtidas com as vendas de petróleo venezuelano e impedir que credores externos disputem esses fundos junto do Tesouro.

A Casa Branca explicou que o decreto impede apreensões e bloqueia processos judiciais contra fundos derivados das vendas de petróleo venezuelano, mantendo as receitas sob controlo do governo norte-americano para apoiar estabilização política e económica na Venezuela.

A Venezuela detém algumas das maiores reservas de petróleo do mundo, estimadas pela OPEP em mais de 300 mil milhões de barris, superando a Arábia Saudita e o Irão. O anúncio ocorre num contexto de tensões entre Washington e Caracas.

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