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Trump exorta Cuba a aceitar acordo antes que seja tarde

Trump exorta Cuba a aceitar acordo para evitar ficar sem petróleo e recursos venezuelanos, enquanto EUA asseguram o controlo sobre receitas do petróleo da Venezuela

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O presidente dos EUA Donald Trump
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  • Donald Trump pediu a Cuba que aceitasse um acordo, antes que seja tarde demais, sob o aviso de ficarem sem petróleo e sem dinheiro venezuelano.
  • O presidente dos EUA disse na Truth Social que não haverá mais petróleo nem dinheiro para Cuba, afirmando que é necessário aceitar o acordo rapidamente.
  • Os EUA lançaram, há uma semana, uma operação em Caracas para capturar Nicolás Maduro; o casal Maduro e Cilia Flores estão detidos nos Estados Unidos, sob acusação de tráfico de droga.
  • Em resposta à captura, Delcy Rodríguez foi nomeada Presidente interina da Venezuela; Trump decretou, no sábado, uma emergência nacional para proteger as receitas do petróleo venezuelano em contas do Tesouro dos Estados Unidos.
  • O decreto bloqueia ações contra fundos derivados das vendas de petróleo venezuelano e impede a transferência ou negociação desses recursos; a Venezuela detém as maiores reservas de petróleo do mundo, com mais de 300 mil milhões de barris.

O presidente dos EUA, Donald Trump, pediu a Cuba que aceite um acordo antes que seja tarde demais, sob ameaça de ficar sem petróleo e sem acesso aos recursos venezuelanos. A afirmação foi partilhada na rede Truth Social.

Trump afirmou que não haverá mais petróleo nem dinheiro para Cuba, e reforçou a urgência de aceitar o acordo. A mensagem surge num momento de tensão entre Washington e Havana, no contexto de ações contra a Venezuela.

No plano internacional, os EUA lançaram, na última semana, uma operação em Caracas com o objetivo de capturar o presidente venezuelano Nicolás Maduro, e anunciaram planos de administrar o país e o petróleo. Maduro e a mulher, Cilia Flores, são acusados de tráfico de droga e mantêm-se detidos nos EUA.

Segundo a acusação, Delcy Rodríguez, antiga vice-presidente, foi nomeada presidente interina após a detenção de Maduro. O estado venezuelano continua sob pressão, com Washington a alinhar medidas de controlo de recursos.

No sábado, Trump decretou uma emergência nacional para proteger as receitas petroleiras venezuelanas em contas do Tesouro dos EUA, impedindo que credores externos reclamem fundos. A Casa Branca justificou a medida como necessária para a estabilidade política e económica na Venezuela.

A ordem impede ações judiciais que visem fundos derivados das vendas de petróleo venezuelano em território norte‑americano e proíbe transferências ou negociações desses recursos. A medida altera o controlo financeiro associado às exportações de petróleo.

A Venezuela detém, segundo dados da OPEP, as maiores reservas de petróleo comprovadas do mundo, superiores a 300 mil milhões de barris, seguidas pela Arábia Saudita e pelo Irão. O cenário económico global permanece estável, mas com impactos esperados nas negociações petrolíferas.

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