- O texto sustenta que Trump não enterrou a ordem internacional baseada em regras, desmentindo leituras alarmistas.
- A doutrina Monroe é frequentemente usada para interpretar a política externa de Trump, mencionada na estratégia de segurança nacional de 2025.
- Entretanto, o artigo afirma que a doutrina do Big Stick, de Theodore Roosevelt, é o fundamento para compreender o poder dos EUA e a sua projeção global nos últimos cento e cinquenta anos.
- São mencionados episódios como ingerência na Venezuela, acordo com Putin sobre esferas de influência e ameaças de anexar a Gronelândia.
- O texto sustenta que o poder norte-americano, moldado pela doutrina do Big Stick, explica a atuação geopolítica atual.
O debate sobre a Política Externa de Donald Trump divide-se entre duas doutrinas históricas. Alguns apontam para uma leitura baseada na Monroe, usada para entender as escolhas geopolíticas de Trump no seu segundo mandato. As ações incluem a relação com a Venezuela e o alinhamento com a Rússia.
Outros defendem que o marco decisivo é a doutrina do Big Stick, associada a Theodore Roosevelt, que enfatiza pressão militar e influência global. A leitura sustenta que esse conjunto de ideias molda a projeção de poder dos EUA nos últimos 150 anos, não apenas em episódios recentes.
A discussão surge na sequência de menções à Monroe na estratégia de segurança nacional de 2025. Embora a doutrina Monroe apareça como contexto, analistas destacam a relevância do legado do Big Stick para explicar políticas exteriores norte-americanas.
Contexto histórico
A leitura do Big Stick enfatiza coerção e demonstração de poder como ferramentas fundamentais. Já a Monroe é vista como uma defesa de não intervencionismo direto, em especial no hemisfério ocidental, segundo alguns intérpretes.
Ao que tudo indica, há referências cruzadas entre as duas abordagens. A narrativa atual sugere uma combinação de reserva estratégica com ações coercitivas quando consideradas necessárias.
Interesses geopolíticos
Especialistas comentam que as decisões sobre Venezuela, com implicações regionais, refletem um eixo entre pressões diplomáticas e medidas mais assertivas. A relação com a Federação Russa também ocupa um papel central no debate.
A discussão também aborda a possível reconfiguração de esferas de influência. A leitura atual aponta para uma continuidade da linha de poder norte-americana no confronto com rivais geopolíticos.
Perspectivas e implicações
Analistas divergem sobre o peso relativo de cada doutrina. O uso combinado de diplomacia, sanções e, quando indicado, medidas de força é visto por alguns como prática histórica de continuidade.
Outros veem a leitura do Big Stick como chave para entender decisões de política externa que vão além de rótulos doutrinários. A avaliação depende da leitura de fontes oficiais e de analistas independentes.
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