- António José Seguro afirmou que a preocupação do ministro dos Negócios Estrangeiros devia ser a situação dos portugueses na Venezuela, durante uma visita ao Mercado de Angeiras, em Matosinhos.
- Questionou como está a ser acompanhada a situação dos cerca de 500 mil portugueses na Venezuela e se estão protegidoseem segurança.
- Recusou comentar as acusações de Paulo Rangel, mantendo o foco no que, na prática, interessa aos portugueses.
- Paulo Rangel disse que o voto em branco seria escolher Seguro ou Gouveia e Melo, e recomendou não haver aventuras liberais nem militares.
- Rangel criticou que Seguro esteve dez anos ausente de Portugal e afirmou que o voto em Seguro é equivalente ao voto em Gouveia e Melo, descrevendo-os como duas caixas sem pensamento claro sobre Portugal.
O candidato António José Seguro pediu hoje ao ministro dos Negócios Estrangeiros que foque a sua preocupação na situação dos portugueses na Venezuela. A contestação surgiu durante uma visita ao Mercado de Angeiras, em Matosinhos, onde a imprensa lhe perguntou sobre o aviso do ministro para o voto em branco.
Seguro defendeu que a proteção e o acompanhamento dos cerca de 500 mil portugueses na Venezuela devem ser prioridade para o Governo. Questionado sobre o tema, disse que a proteção consular é o que mais o preocupa, sem entrar em acusações diretas.
Contexto e reação ao voto em branco
No sábado, Paulo Rangel afirmou que Luís Marques Mendes poderia ficar em primeiro na eleição e pediu cautela com o voto em branco, associando-o a Seguro ou Gouveia e Melo. Rangel argumentou que o voto em branco não esclarece opções de governação, mantendo o foco na política externa.
O também líder europeu criticou António José Seguro por um período fora do país e afirmou que o voto em Seguro seria equivalente ao voto em Gouveia e Melo, salientando desconhecimento sobre os posicionamentos do candidato socialista. A leitura pública das declarações enfatiza a tensão entre os setores da oposição.
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