- A Administração Trump invoca a Doutrina de Monroe para restabelecer a influência dos Estados Unidos no hemisfério.
- A notícia recorda que, ao longo da história, a América Latina foi alvo de intervenções norte-americanas com diferentes níveis de intervenção.
- A justificação dessas intervenções sempre esteve ligada à segurança nacional dos EUA.
- Nancy Gomes, professora de relações internacionais da Universidade Autónoma de Lisboa, afirma que a América Central e as Caraíbas foram relevantes para a segurança estadunidense desde o século XIX, quando os EUA se tornaram uma potência hemisférica.
A Administração Trump invocou a Doutrina de Monroe como ferramenta para restaurar a influência dos Estados Unidos na região. O debate sobre intervenção no hemisfério voltou a ganhar espaço com o argumento de assegurar a segurança nacional na vizinhança.
A notícia aponta que, historicamente, a América Latina passou por intervenções norte-americanas em diferentes graus, justificadas pela preservação da ordem regional. A leitura corrente é de que a estratégia busca reaproximar Washington de países vizinhos para enfrentar desafios de segurança.
Especialistas destacam que o tema envolve uma leitura histórica da relação entre potências e o papel da intervenção externa. A análise situa o foco na continuidade de uma política que, segundo vozes acadêmicas, tem raízes profundas na era de ascensão dos EUA como potência hegemónica no hemisfério.
Segundo a professora de relações internacionais Nancy Gomes, a importância de áreas como a América Central e as Caraíbas para a segurança nacional dos EUA remonta ao final do século XIX, período de consolidação da influência na região.
Entre na conversa da comunidade