- O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou publicamente o interesse na anexação da Gronelândia pela primeira vez em 2019.
- Desde então, o projeto é visto como uma estratégia de expansão, alicerçada na segurança nacional e na contenção da influência de potências estrangeiras na região.
- Além do peso geoestratégico, a Gronelândia possui recursos naturais significativos, entre eles terras raras.
- O interesse dos EUA envolve também potenciais recursos naturais ainda por explorar.
Donald Trump manifestou, pela primeira vez publicamente, interesse na anexação da Gronelândia já em 2019. O tema ganhou nova força com o tempo, mantendo-se no radar do Governo dos EUA, visto como parte de uma estratégia de segurança nacional.
A motivação, segundo analistas citados na matéria, não se resume apenas a questões geopolíticas. Além da influência regional, a Gronelândia alberga recursos naturais, entre os quais terras raras, que podem ter valor estratégico para a economia norte-americana.
O foco americano reside na proteção de interesses na região e na contenção de ações de potências estrangeiras. Essa abordagem é apresentada como parte de uma visão de longo prazo para assegurar rotas e recursos críticos no Ártico.
Entre na conversa da comunidade