- Cinco países já apresentaram candidaturas à vice-presidência do Banco Central Europeu: Croácia, Finlândia, Estónia, Letónia e Lituânia.
- O prazo para apresentação encerra nesta sexta-feira; o nome a suceder Luís de Guindos será apreciado na primeira reunião do Eurogrupo, a 19 de janeiro.
- Mário Centeno confirmou que será candidato; o Ministério das Finanças mantém-se em silêncio sobre a confirmação.
- Os nomes já apresentados incluem Boris Vujčić (Croácia), Olli Rehn (Finlândia), Martin Kazaks (Letónia), Rimantas Šadžius (Lituânia) e Madis Müller (Estónia).
- Christina Papaconstantinou, candidata grega, viu as hipóteses reduzidas após Kyriakos Pierrakakis assumir a presidência do Eurogrupo; a decisão final cabe ao Conselho Europeu, com parecer consultivo do Parlamento Europeu.
Centeno é apontado como sexto candidato à vice-presidência do BCE, num processo em que o prazo para apresentação de candidaturas termina hoje. Cinco países já anunciaram nomes para suceder a Luís de Guindos, cujo mandato termina a 31 de maio. O BCE está no centro do processo, e o Eurogrupo deverá debater as candidaturas na sua primeira reunião de 19 de janeiro.
Mário Centeno, ex-ministro das Finanças e antigo governador do Banco de Portugal, confirmou ontem a sua candidatura. O Ministério das Finanças, sob liderança de Joaquim Miranda Sarmento, não se pronunciou sobre a notícia.
Até ao momento, já apresentaram candidatura Croácia, Finlândia, Estónia, Letónia e Lituânia. A Finlândia indicou Olli Rehn como candidato, considerado entre os favoritos, enquanto a Croácia revelou Boris Vujčić para o posto.
Candidaturas já apresentadas
A Letónia escolheu Martin Kazaks, o atual governador do banco central, e a Lituânia aposta em Rimantas Šadžius, ex-ministro das Finanças. A Estónia indicou Madis Müller, também atual governador do banco central. A Finlândia foi o primeiro a apresentar um nome.
Próximos passos
O Conselho Europeu recebe as candidaturas e o Parlamento Europeu emite um parecer consultivo após audição pública. O BCE, com governadores nacionais e a Comissão Executiva, é também consultado formalmente no processo de escolha. Os candidatos aguardam o desfecho final.
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