- Os cadernos de recenseamento fecharam a 3 de janeiro com 11 039 672 inscritos, mais 189 457 do que nas legislativas de maio.
- Os emigrantes somam 1 777 019, mais 192 297 face às legislativas, representando 16 por cento do total de eleitores.
- Este ano, os portugueses no estrangeiro não podem votar por correio; devem deslocar-se a um posto consular, em muitos casos a centenas de quilómetros de distância de casa.
- Em cidades como Paris, São Paulo, Londres, Rio de Janeiro, Genebra, Lyon e Macau há mais eleitores no estrangeiro aptos a votar do que na maior freguesia continental, Algueirão-Mem Martins.
- A ausência de voto postal permite que os resultados da diáspora sejam conhecidos no dia da eleição, ao contrário das legislativas, em que a contagem levou dez dias.
Ainda há uma fatia considerável de eleitores que não pode votar à distância nas próximas presidenciais. O caderno de recenseamento encerrou a 3 de janeiro com 11 039 672 inscritos, mais 189 457 face às legislativas de maio. O crescimento deve-se, sobretudo, à diáspora, que passou a contar com 1 777 019 recenseados, mais 192 297.
Ao contrário de outras eleições, quem vive no estrangeiro não pode votar pelo correio. Tem de deslocar-se a um posto consular, muitas vezes a centenas de quilómetros de distância, para participar na escolha do Presidente.
Voto no estrangeiro
Neste cenário, 16% dos eleitores, ou seja, um em cada seis, ficam afastados do voto por via postal. Em cidades como Paris, São Paulo, Londres, Rio de Janeiro, Genebra, Lyon e Macau há mais portugueses com direito de voto do que na maior freguesia de Portugal Continental, Algueirão-Mem Martins.
O facto de não existir votação à distância faz com que os resultados da primeira volta na diáspora sejam conhecidos no próprio dia da eleição, ao contrário do que aconteceu nas legislativas, quando a contagem postal demorou 10 dias.
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