- O enviado especial do Correio da Manhã, Alfredo Leite, está na ponte internacional Simón Bolívar, na Colômbia.
- Relatos recebidos apontam situações “profundamente assustadoras” vividas por pessoas na região.
- Segundo a matéria, há relatos de que não é permitido falar entre si e de abordagens constantes por grupos armados nas ruas.
- A reportagem sustenta que as milícias nas ruas da Venezuela seriam, segundo o CM, uma estratagem do governo venezuelano.
O correspondente do Correio da Manhã, Alfredo Leite, está a caminho da ponte internacional Simón Bolívar, entre a Colômbia e a Venezuela, para acompanhar relatos de moradores e viajantes. Testemunhos descrevem situações graves nas zonas limítrofes, com dificuldades de comunicação entre indivíduos e frequentes abordagens por grupos armados.
O jornalista, em missão para o CM, reporta informações recolhidas junto de pessoas que cruzam a fronteira ou que aguardam passagem. As pessoas entrevistadas referem sentir-se ameaçadas e sem liberdade de falar abertamente nas ruas.
As informações recolhidas apontam para a presença de milícias nas áreas fronteiriças. Não foi possível de imediato confirmar a veracidade de todos os depoimentos, mas o material indica a existência de controlo de espaços públicos por atores armados, gerando preocupação entre residentes e trabalhadores na fronteira.
O objetivo do deslocamento é compreender o alcance dessa presença nas ruas e as possíveis consequências para quem transita na fronteira entre Colômbia e Venezuela. A cobertura continua em desenvolvimento, com novas informações a serem apuradas pela equipa do CM.
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