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Caracas convida Guterres a testemunhar consequências do ataque dos EUA

Venezuela convida Guterres a testemunhar, em primeira mão, as consequências do ataque dos EUA que visou deter Nicolás Maduro e Cilia Flores

Caracas convida Guterres a testemunhar consequências do ataque dos EUA
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  • O governo da Venezuela convidou António Guterres, secretário-geral da ONU, a visitar o país para testemunhar as consequências do ataque militar dos EUA que visou prender Nicolás Maduro e Cilia Flores.
  • O convite foi feito por Yván Gil durante uma reunião entre Samuel Moncada, representante venezuelano na ONU, e o diplomata português; Moncada denunciou a agressão e o “rapto” do presidente e da primeira-dama.
  • Moncada afirmou que a ONU tem um papel na preservação da diplomacia e pediu ao secretário-geral que visite a Venezuela o mais rapidamente possível ou nomeie um enviado para testemunhar os acontecimentos de 03 de janeiro.
  • Guterres disse que vai considerar o convite e ofereceu os seus bons-ofícios para facilitar um diálogo nacional; a diplomacia venezuelana afirmou que a incursão violou a Carta das Nações Unidas e o direito internacional.
  • Maduro e a mulher, que enfrentam acusações em Nova Iorque, prestaram declarações breves; a próxima audiência está marcada para 17 de março; Delcy Rodríguez assumiu a presidência interina com o apoio das Forças Armadas.

O Governo da Venezuela convidou o secretário-geral da ONU, António Guterres, a visitar o país para testemunhar em primeira mão as consequências do ataque militar dos EUA. O objetivo é avaliar a situação institucional venezuelana e a atuação da ONU.

O convite foi feito pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Yván Gil, na sequência de uma reunião entre Samuel Moncada, representante permanente da Venezuela na ONU, e o diplomata português. Moncada descreveu a operação como agressão armada unilateral.

Moncada afirmou que o ataque violou a Carta da ONU e acusou o que chamou de rapto do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores, pedindo que a ONU preserve a diplomacia para manter a paz mundial.

O embaixador venezuelano apresentou um relato detalhado dos acontecimentos na madrugada de sábado, envolvendo Caracas e os estados de Aragua, Miranda e La Guaira.

Visita e próximos passos

Durante a reunião, Guterres prometeu considerar o convite e ofereceu facilitar um diálogo nacional, segundo o comunicado venezuelano. O secretário-geral também observou a violação do direito internacional associada à incursão.

A Venezuela informou que o governo norte-americano lançou o ataque para prender Maduro e a esposa, sem detalhar as evidências. O país afirmou manter a autonomia institucional e a defesa da diplomacia como ferramenta de paz.

Delcy Rodríguez, vice-presidente executiva de Maduro, assumiu a presidência interina com apoio das Forças Armadas, após a operação. Maduro e Flores prestaram declarações breves num tribunal de Nova Iorque.

Na audiência em Nova Iorque, as acusações de tráfico de droga, corrupção e branqueamento de capitais foram apresentadas contra Maduro e Flores, que se declararam inocentes. A próxima sessão está marcada para 17 de março.

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