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Associação da Imprensa Estrangeira mantém pedido de entrada em Gaza

Ministério Público mantém a proibição de entrada de jornalistas em Gaza; desde outubro de 2025, 25 entradas individuais para 47 jornalistas israelitas e cinco em grupo para 46 estrangeiros

Associação da Imprensa Estrangeira insistiu no pedido de entrada em Gaza
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  • A Associação da Imprensa Estrangeira pediu ao Supremo Tribunal a autorização de entrada em Gaza, onde desde outubro de 2023 a entrada tem sido restrita, exceto quando acompanhados pelo Exército.
  • O Ministério Público israelita pediu ao Supremo a manutenção da proibição, alegando risco de segurança.
  • Desde o início da escalada em outubro de 2023, nenhum jornalista conseguiu aceder à Faixa, salvo na companhia do Exército.
  • Dados da RSF indicam que Gaza foi o local mais perigoso para jornalistas em 2025, com pelo menos 29 mortos.
  • O governo israelita afirma ter organizado 25 entradas individuais para 47 jornalistas israelitas e cinco entradas em grupo para 46 jornalistas estrangeiros desde outubro de 2025; a decisão final continua pendente no tribunal.

A Associação da Imprensa Estrangeira pediu ao Supremo Tribunal que permita a entrada de jornalistas em Gaza. A medida visa assegurar o direito à informação, num contexto marcado por restrições desde outubro de 2023.

O Ministério Público israelita defendeu a manutenção da proibição, alegando risco de segurança. O Governo explicou que a situação persiste com ameaças e incidentes de segurança na Faixa.

Desde o início da ofensiva israelita em Gaza, nenhum jornalista tem acesso à região sem acompanhamento militar, segundo dados oficiais. O Exército tem controlado as entradas.

Decisão do Supremo e números de acesso

O governo informou que, desde outubro de 2025, ocorreram 25 entradas individuais para 47 jornalistas israelitas e 5 entradas em grupo para 46 jornalistas estrangeiros. A decisão final permanece pendente no tribunal.

As informações da RSF indicam que Gaza continua entre os locais mais perigosos para jornalistas, com dezenas de mortes em 2025. A Associação Palestiniana de Jornalistas tem pressionado o Supremo para permitir o acesso desde 2024.

O tribunal já justificou a recusa por potenciais riscos operacionais, como a divulgação de posições de tropas. Mantém, no entanto, a possibilidade de revisar a posição se as condições no terreno mudarem.

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