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UE avisa que a Groenlândia não está à venda

A União Europeia afirma que a Gronelândia não está à venda, defendendo soberania e fronteiras face às pressões dos EUA

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Jens Frederik Nielsen, primeiro-ministro da Gronelândia
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  • A União Europeia avisou que a Gronelândia não é um pedaço de terra à venda, em resposta às ameaças dos Estados Unidos.
  • A UE informou manter contacto com a Gronelândia e com o primeiro-ministro Jens Frederik Nielsen para assegurar que o território não está à venda.
  • Paula Pinho, porta-voz da Comissão, destacou o compromisso com a soberania nacional, a integridade territorial e a inviolabilidade das fronteiras.
  • Annitta Hipper, porta-voz da Política Externa, reforçou que a UE defende a integridade territorial de todos os Estados-Membros, especialmente quando ameaçada.
  • A Gronelândia tem sido alvo de interesse do presidente norte-americano, Donald Trump, o que reacendeu tensões entre Washington e a Dinamarca após o anúncio de um enviado especial para a região.

A União Europeia anunciou hoje que a Gronelândia não está à venda, em resposta às ameaças recentes dos Estados Unidos. O Parlamento comunitário reiterou que o território não é alvo de negociação.

Durante a conferência de imprensa diária, a porta-voz Paula Pinho afirmou que há contacto entre a UE, a Gronelândia e o seu primeiro-ministro, Jens Frederik Nielsen, para esclarecer a posição comunitária. O objetivo é evitar interferências.

A porta-voz para a Política Externa, Annitta Hipper, sublinhou a defesa dos princípios de soberania nacional, integridade territorial e inviolabilidade das fronteiras, especialmente quando a integridade de um Estado-Mor da UE esteja em causa.

Contexto internacional

A Gronelândia é território autónomo da Dinamarca. A tensão entre EUA e UE aumentou após a notícia, no final de dezembro, da nomeação de um enviado especial para o território dinamarquês. O tema tem preocupações estratégicas na região.

A Gronelândia tem sido alvo de escrutínio internacional devido ao interesse norte-americano, numa altura em que a região Atlântica é marcada por disputas sobre soberania e recursos naturais. As autoridades dinamarquesas não comentaram o assunto.

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