- A Escola 42 chegou a Portugal há cinco anos, primeiro em Lisboa e depois no Porto, tornando-se uma experiência educativa marcante.
- O modelo é gratuito, 24 horas por dia, 365 dias por ano, sem professores, sem aulas formais e sem exames tradicionais, com acesso inclusivo.
- Tem cerca de mil alunos ativos, 300 finalistas por ano e mais de cem graduados desde a implementação; o custo anual por aluno é de cerca de 2 mil euros, com uma média de idade de 28 anos e cerca de 40% dos estudantes a conciliar trabalho com formação.
- O ensino baseia-se num modelo peer-to-peer, que valoriza autonomia, colaboração e aprendizagem ao longo da vida, aproximando-se do mundo empresarial e das necessidades do mercado.
- O projeto é visto como essencial para qualificar a população portuguesa em competências digitais, IA e automação, demonstrando que inovar na educação pode responder às exigências da economia atual.
A Escola 42 chegou a Portugal há cinco anos, começando por Lisboa e, dois anos depois, expandiu ao Porto. O objetivo é oferecer uma experiência educativa diferente, gratuita e acessível 24 horas por dia, sem professores, sem aulas formais e sem exames tradicionais.
O modelo pedagógico é imersivo, exigente e autónomo, baseado no ethos peer-to-peer. O acesso é inclusivo e valoriza talento, motivação e persistência, independentemente do percurso académico ou da origem social.
Há cerca de mil alunos ativos, com 300 finalistas por ano e mais de uma centena de graduados desde a implementação. A formação prepara profissionais para competir diretamente com licenciados em engenharia.
A média etária é de 28 anos e cerca de 40% dos estudantes conciliam trabalho com formação, refletindo a flexibilidade do modelo. O programa funciona com 35 parceiros e custa cerca de 2 mil euros por aluno, anualmente.
O enfoque central é ensinar a aprender ao longo da vida, promovendo autonomia, colaboração e pensamento crítico. O sistema liga-se ao mercado, às empresas e às necessidades da tecnologia atual.
Portugal enfrenta a urgência de qualificar a população em competências digitais, IA e automação. A Escola 42 demonstra que é possível formar com rigor, inovação e impacto, sem comprometer a exigência.
Além da tecnologia, o projeto mostra que caminhos educativos diferentes podem ajustar-se à velocidade da transformação económica. A 42 evidencia uma via mais flexível e centrada no estudante.
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