- Bruxelas elimina, a partir de quarta-feira, a exceção fiscal que facilitava encomendas de baixo valor vindas da China.
- A medida afeta plataformas como Temu, Shein e Aliexpress, entre outras, que enviados de fora da União Europeia entravam sem taxa.
- A partir de 1 de julho passam a ser cobradas taxas em encomendas até 150 euros, com uma taxa aduaneira de três euros por categoria de produto.
- Estima-se que a atualização possa representar até 270 milhões de euros por ano nos custos para os consumidores em Portugal.
- A nova regra aplica-se a encomendas provenientes de países fora da União Europeia.
A União Europeia encerra a isenção fiscal que tornava mais baratas as compras de baixo valor feitas a partir de plataformas estrangeiras. A medida entra em vigor já na próxima quarta-feira, 1 de julho, afetando encomendas provenientes de países fora da UE.
A partir de 1 de julho, todas as encomendas até 150 euros passam a ter uma taxa aduaneira de 3 euros por categoria de produto. Plataformas como Temu, Shein e Aliexpress enquadram-se neste regime, que altera o custo final para os consumidores portugueses.
Como funciona a nova taxa
A taxa de 3 euros aplica-se por cada categoria de produto dentro de cada encomenda, independentemente do número de itens. Não existe isenção para o valor da compra ou para determinados sectores, o que aumenta o custo total em câmbio de várias peças.
Estimativas de impacto
Especialistas apontam que o novo regime pode representar um encargo anual de até 270 milhões de euros para os consumidores em Portugal, com base no volume de encomendas recebidas. O efeito financeiro varia consoante o padrão de compra de cada lar.
Entre na conversa da comunidade