- As rendas aumentaram 9,1% nos novos contratos de arrendamento de janeiro a março, com a renda mediana a 9,46 euros por metro quadrado; a Grande Lisboa lidera com 14,38 euros/m².
- Os municípios com os preços mais elevados são Lisboa (17,42 euros/m²), Cascais (16,43 euros/m²) e Oeiras (15,47 euros/m²).
- Madeira (11,97 euros/m²) e Península de Setúbal (11,35 euros/m²) completam o pódio das rendas mais altas.
- O número de novos contratos no trimestre foi de 39.395, acima de 0,7% face ao primeiro trimestre do ano anterior.
- O preço médio das casas avaliadas para financiamento atingiu 2.208 euros por m² em maio, subindo 17,1% no último ano; apartamentos chegaram a 2.580 euros/m², com T1 em 3.279 euros/m² e moradias em 1.389 euros/m².
As rendas nacionais voltaram a subir no arranque de 2024, com um aumento de 9,1% nos novos contratos de arrendamento entre janeiro e março. A mediana da renda situou-se em 9,46 euros por metro quadrado, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE). A Grande Lisboa lidera os preços, com 14,38 euros/m2.
Entre municípios, Lisboa regista 17,42 euros/m2, Cascais 16,43 euros/m2 e Oeiras 15,47 euros/m2. Em termos anuais, o total de novos contratos de arrendamento ascendia a 39.395, refletindo um crescimento de 0,7% face ao primeiro trimestre de 2023. Todas as regiões registaram aumento.
Preços de casas avaliadas pelos bancos
O INE indica que, em maio, o preço das casas avaliadas para financiamento atingiu 2.208 euros por metro quadrado, 17,1% acima do verificado há um ano. Os apartamentos avaliados por bancos cresceram 19,7% para 2.580 euros/m2.
O relatório detalha valores por tipo de unidade: T1 3.279 euros/m2, T2 2.641 euros/m2 e T3 2.229 euros/m2. As moradias valorizaram 13,4% para 1.389 euros/m2. A Grande Lisboa continua a dominar ambas as tabelas, com 3.378 euros/m2 nos apartamentos e 2.874 euros/m2 nas moradias.
Regiões e padrões regionais
No Algarve, o preço por metro quadrado atingiu 2.945 euros nos apartamentos e 2.786 euros nas moradias. Por contraste, o Alentejo e o Centro apresentaram os valores mais baixos para ambos os tipos de imóvel. Os dados refletem uma dispersão geográfica persistente na avaliação bancária.
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