- O Governo estima gastar entre 30 a 40 milhões de euros com o incentivo ao trabalho na nova Prestação Social Única (PSU).
- Se a proposta avançar, 125 mil pessoas que actualmente recebem apoios sociais deverão transitar para a PSU a partir de 1 de janeiro de 2027.
- A PSU deverá entrar em vigor a 1 de janeiro de 2027.
- O cálculo da PSU incluirá uma parcela relacionada com os rendimentos do trabalho, semelhante ao RSI, mas com valor mais elevado.
O Governo admitiu que o incentivo ao trabalho na nova Prestação Social Única (PSU) pode implicar um gasto entre 30 e 40 milhões de euros. Esta medida está associada à entrada em vigor da PSU no dia 1 de janeiro de 2027.
Caso a proposta avance, 125 mil pessoas que actualmente recebem apoios sociais deverão transitar para a PSU. A mudança visa refletir rendimentos do trabalho no cálculo da prestação, aproximando-se do modelo do RSI, mas com valor superior.
A previsão de custo surge no âmbito da discussão sobre o cálculo da PSU. O objetivo é incorporar uma parcela relacionada com os rendimentos do trabalho, mantendo a finalidade de contraponto aos apoios sociais tradicionais.
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