- As garantias do Estado para apoios a empresas na pandemia somaram 761 milhões de euros no final do ano passado.
- Este valor representa 12% do montante máximo de responsabilidades atingido em 2021, que foi de 6569 milhões de euros.
- Em 2021, o total de garantias tinha subido até aos 6569 milhões de euros.
- Nos quatro exercícios seguintes houve recuo de 5808 milhões de euros, o que equivale a 88%.
- O montante atual de 761 milhões fica bem abaixo do pico registado em 2021.
As garantias do Estado para facilitar empréstimos bancários a empresas durante a pandemia de covid-19 fixaram-se em 761 milhões de euros no final do ano passado. Este montante representa 12% do máximo de responsabilidades atingidas em 2021, quando o total chegou a 6,569 mil milhões.
Em 2021, o pico das garantias foi de 6,569 mil milhões de euros. Desde então, o valor recuou em 5,808 mil milhões (88%), ao longo dos quatro exercícios seguintes, refletindo a redução de novas operações e o escoamento das garantias já existentes.
O relatório disponível indica uma trajetória de queda gradual das garantias ao longo dos anos, com o objetivo de alinhá-las ao encerramento dos apoios disponíveis durante a pandemia. Não são apresentados, neste texto, impactos ou avaliações políticas do processo.
Os dados destacam ainda a diferença entre o montante máximo de responsabilidades e o valor efetivamente garantido ao longo do tempo, evidenciando a gradual desmobilização dos instrumentos criados para apoiar as empresas na crise sanitária.
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