- O Chega condiciona o apoio ao pacote laboral à redução da idade da reforma para 65 anos e já apresentou uma proposta na Assembleia da República.
- Jorge Bravo, economista nomeado pelo Governo para liderar o grupo de trabalho da sustentabilidade da Segurança Social, critica a medida.
- Segundo Bravo, reduzir a idade da reforma é prejudicial para os trabalhadores.
- A análise do grupo de trabalho visa avaliar o impacto da medida no sistema de protecção social.
O Chega condiciona o apoio ao pacote laboral a uma redução da idade da reforma para os 65 anos e já apresentou a sua proposta na Assembleia da República. A medida surge no contexto político atual em Portugal.
Jorge Bravo, economista designado pelo Governo para liderar o grupo de trabalho sobre a sustentabilidade da Segurança Social, afirma que a redução é prejudicial aos trabalhadores e ao sistema de proteção social.
A posição de Bravo foi comunicada no âmbito das discussões sobre o pacote laboral em discussão no parlamento. O grupo avalia impactos financeiros, demografia de reformados e equilíbrio do sistema público.
Segundo o economista, a medida pode aumentar o deficit da Segurança Social no curto prazo e criar desequilíbrios entre quem contributa e quem recebe reformas. A análise também considera efeitos em regras de funcionamento do sistema.
O debate sobre a reforma da idade de reforma permanece sem conclusão, com o Governo, o Chega e outras forças políticas a explorar cenários diferentes. A avaliação de Bravo integra o trabalho técnico em curso sobre sustentabilidade pública.
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