- A Prestação Social Única (PSU) está a ser estudada, mas ainda não se sabe o valor exacto.
- Economista Eugénio Rosa afirma que, na prática, a PSU poderá traduzir-se em mais austeridade para os pobres.
- Segundo Rosa, a medida pode implicar cortes na despesa social do Estado para libertar dinheiro para o rearmamento e para reduzir o défice orçamental.
- Ele acusa o Governo de preparar uma “chantagem” ao Parlamento, pedindo aos deputados que aprovem a PSU de forma apressada, como um “cheque em branco”.
- A notícia ressalta a incerteza sobre as especificidades da PSU e os impactos potenciais na pobreza em Portugal.
O economista Eugénio Rosa criticou a Presidência sobre a Prestação Social Única (PSU), afirmando que a medida poderá significar mais austeridade para quem já enfrenta dificuldades económicas. A avaliação resulta da análise à proposta legislativa em discussão.
Rosa sustenta que, na prática, a PSU pode aumentar a pobreza em Portugal ao exigir cortes na despesa social do Estado. O objetivo seria libertar dinheiro para o rearmamento e reduzir o défice orçamental, segundo o economista.
A posição surge numa altura em que o Governo prepara a tramitação da PSU no Parlamento. O economista alega que o Governo pode fazer chantagem ao Parlamento, ao pedir aos deputados um cheque em branco de forma apressada.
Contexto e declarações do economista
Segundo Rosa, os detalhes da PSU ainda são incertos, incluindo o valor efetivo. A avaliação pública reflecte preocupações com impactos redistributivos e com a forma como poderão ser implementadas as medidas de contenção de despesa social.
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