- O consórcio liderado pela Mota-Engil apresentou à Agência Portuguesa do Ambiente um novo projeto para a linha do TGV.
- A estação de Gaia ficará em Santo Ovídio, a 70 metros de profundidade, em vez de ficar à superfície em Vilar do Paraíso.
- Está prevista uma única ponte rodoferroviária sobre o Douro, em vez de duas, para o TGV e o tráfego automóvel.
- O RECAPE (Relatório de Conformidade Ambiental do Projeto de Execução) mantém a solução inicialmente prevista para Gaia.
- A alteração fortalece a ligação da linha de TGV a Santo Ovídio e a travessia única entre Oliveira do Douro e Campanhã.
O consórcio liderado pela Mota-Engil deixou junto da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) um novo projeto para a linha de alta velocidade. A principal alteração é a localização da estação de Gaia, que passa a ficar em Santo Ovídio, a 70 metros de profundidade, em vez de ser sobre o solo em Vilar do Paraíso.
Além disso, o documento detalha a opção de construir uma única ponte rodoferroviária para atravessar o Douro. Esta ponte seria utilizada tanto pela travessia do TGV como pelo tráfego automóvel, em vez de duas estruturas distintas.
Segundo o RECAPE, o Relatório de Conformidade Ambiental do Projeto de Execução, mantém a solução inicialmente prevista no estudo prévio para Gaia: estação subterrânea em Santo Ovídio e apenas uma ponte entre Oliveira do Douro e Campanhã, consolidando a solução ambiental e operacional.
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