- O Mundial 2026 pode gerar até 945 milhões de euros em Portugal, segundo estudo do IPAM.
- Os fatores-chave são o formato da competição, as mudanças nos hábitos de consumo dos adeptos e o crescimento da economia digital.
- Os cenários de receita vão de 378 milhões de euros (eliminação na fase de grupos) a 945 milhões de euros (conquista do troféu), com 561 milhões de euros se ficar pelos oitavos de final.
- Em comparação com 2018, o impacto de ficar pelos oitavos de final aproxima-se de mais 200 milhões de euros.
- A eventual participação da seleção portuguesa treinada por Roberto Martínez é apontada como possível factor de maior impacto económico.
O Mundial de 2026 pode gerar o maior retorno económico de sempre em Portugal, de acordo com um estudo do IPAM. As receitas previstas variam entre 378 e 945 milhões de euros, dependendo do desempenho da seleção portuguesa.
O estudo aponta que o formato da competição, alterações no perfil do adepto-consumidor e o crescimento da economia digital são fatores centrais para o impacto económico. A maior parte do efeito depende da participação de Portugal.
Perspectivas económicas
Se a equipa das quinas vencer o troféu, o impacto pode alcançar os 945 milhões de euros. No pior cenário, com eliminação na fase de grupos, o potencial é de 378 milhões. Caso avance até aos oitavos, o impacto fica em 561 milhões, superior ao ano de 2018.
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