- A IATA mantém que não há previsão de escassez de combustível para aviação na Europa neste verão.
- O principal risco para Portugal é a infraestrutura, com especial foco no aeroporto de Lisboa, devido à forte procura e maior pressão no controlo de fronteiras.
- Rafael Schvartzman, vice‑presidente regional da IATA para a Europa, destacou que as limitações de infraestrutura podem afetar a operação no verão.
- A IATA aponta capacidade suficiente na Europa para a época alta, mas admite horizontes de previsão limitados.
- Enquanto não houve falhas de abastecimento apontadas, a organização alerta para possíveis aumentos de preços dos bilhetes se a crise energética se prolongar.
A IATA afirma que não houve indicação de escassez de combustível para aviação na Europa neste verão, mas alerta para constrangimentos na infraestrutura, sobretudo no aeroporto de Lisboa. O fenómeno ocorre em contexto de procura elevada e maior pressão nos controlos de fronteiras.
Rafael Schvartzman, vice-presidente regional da IATA para a Europa, indicou que o principal risco para Portugal é a capacidade de infraestrutura. Em entrevista à Lusa, apontou as limitações do aeroporto de Lisboa como elemento crítico para a operação no período de maior movimento.
Riscos na infraestrutura de Lisboa
A restrição de instalações pode afetar fluxos de passageiros, cargas e operações de voos. A IATA enfatiza a necessidade de investimento e de planeamento para acompanhar a procura prevista neste verão, evitando atrasos e cancelamentos.
Perspetivas sobre o abastecimento de combustível
Apesar de alertas anteriores, a IATA diz que, por agora, não há indicativo de falta de combustível na região. No entanto, a organização antevê desafios caso a crise energética se prolongue, com potenciais impactos sobre os preços dos bilhetes.
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