- O investimento direto estrangeiro (IDE) em Portugal no 1.º trimestre foi de 2.099 milhões de euros, principalmente no capital de entidades portuguesas, incluindo imobiliário.
- Este valor contrasta com -1.632 milhões de euros no mesmo período do ano anterior.
- Deste IDE, 816 milhões de euros corresponderam a investimento imobiliário, face a 969 milhões no ano anterior e 1.007 milhões no trimestre anterior.
- Os países europeus foram os principais investidores, com 1.606 milhões de euros, destacando-se Espanha (669 milhões), Itália (251 milhões) e Luxemburgo (189).
- No final de março, o stock de IDE em Portugal era de 218.019 milhões de euros; o stock de IDE de Portugal no exterior somava 79.212 milhões de euros, representando 70% e 25% do PIB, respetivamente.
O investimento direto estrangeiro (IDE) em Portugal atingiu 2.099 milhões de euros no primeiro trimestre, impulsionado principalmente pelo investimento no capital de entidades portuguesas, incluindo o imobiliário. O período é referente a Portugal, com fonte no Banco de Portugal.
Em comparação com igual período de 2023, o IDE do exterior passou de -1.632 milhões de euros para 2.099 milhões, apresentando uma recuperação significativa.
Entre os componentes, 816 milhões de euros respeitam a investimento imobiliário, face a 969 milhões há um ano e 1.007 milhões no trimestre anterior.
Desempenho por origem
Os países europeus foram os principais investidores, com 1.606 milhões de euros. Espanha (669 milhões), Itália (251) e Luxemburgo (189) destacaram-se entre os países remetentes.
Em sentido oposto, as transações de investimento direto de Portugal no exterior (IPE) totalizaram 139 milhões de euros no primeiro trimestre, face a 1.107 milhões no mesmo periodo de 2023.
No lado da contraparte imediata, o investimento dirigido a países europeus foi de 139 milhões de euros, com Espanha a receber 163 milhões.
Estoque e rendimentos
No final de março, o stock de IDE em Portugal situava-se em 218.019 milhões de euros, enquanto o stock de IDE de Portugal no exterior era de 79.212 milhões.
Estes montantes representavam 70% e 25% do PIB português, respetivamente, segundo dados do Banco de Portugal.
Relativamente aos rendimentos, no 1.º trimestre os rendimentos de IDE pagos a não residentes chegaram a 2.185 milhões de euros, acima de 2.006 milhões registados há um ano.
Os rendimentos de IPE recebidos de não residentes totalizaram 639 milhões, mais 117 milhões do que no período homólogo.
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