- Quase 5.000 empresários e gestores em Portugal, ouvidos pelo Instituto Nacional de Estatística, dizem que os preços vão subir no verão.
- A inflação deverá atingir máximos de dois anos.
- Os custos de produção devem disparar devido ao choque energético e à guerra no Médio Oriente.
- A subida prevista pode influenciar o poder de compra dos consumidores e o custo de bens essenciais.
- Pode também impactar os juros do Banco Central Europeu e o preço dos alimentos essenciais.
Quase 5.000 empresários e gestores em Portugal indicam que os preços vão subir ainda mais neste verão. A recolha de perspetivas foi conduzida pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) e abrange múltiplos setores da economia.
Segundo o INE, a inflação pode alcançar máximos de dois anos, enquanto os custos de produção aumentam face ao choque energético e à guerra no Médio Oriente. O estudo assinala uma pressão continuada sobre preços para o período estival.
A maioria dos inquiridos prevê novas subidas, com efeitos previsíveis no poder de compra, nos juros do BCE e no custo de bens essenciais. O relatório destaca a necessidade de respostas de política económica para mitigar impactos.
Impacto económico previsto
Analistas vinculados ao NINE/INE sublinham que, embora não haja previsões oficiais, as leituras apontam para um cenário de inflação elevada no verão. O aumento de custos pode influenciar a cadeia de abastecimento e o comportamento do consumo.
O INE enfatiza que os dados refletem expectativas de empresários, não uma projeção governamental. Não é possível confirmar o ritmo exato das subidas sem dados adicionais, mas já se observa pressão sobre preços ao consumo.
Entre na conversa da comunidade