- A AHRESP alerta que a greve geral marcada para 3 de junho pode agravar o colapso nos aeroportos portugueses e prejudicar o turismo.
- A paralisação, convocada por várias organizações sindicais, ocorre num período de grande movimento turístico.
- Podem ocorrer atrasos e cancelamentos de voos, dificultando a entrada e saída de turistas e visitantes estrangeiros.
- A AHRESP pede medidas das autoridades para minimizar os impactos e manter a mobilidade dos passageiros.
- O setor hoteleiro e da restauração já enfrenta dificuldades por pandemia e crise, e a greve pode atrasar a recuperação do turismo em Portugal.
A AHRESP — Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal — alerta para impactos da greve geral prevista para 3 de junho. A entidade teme agravamento dos constrangimentos nos aeroportos portugueses e prejuízos ao turismo.
Segundo a AHRESP, a paralisação, convocada por várias organizações sindicais, acontece num período de grande movimento turístico e pode levar a atrasos e cancelamentos de voos, dificultando a entrada e saída de viajantes.
A associação apela às autoridades para mitigar os efeitos da greve e manter a mobilidade dos passageiros, destacando que o setor da hotelaria e restauração já enfrenta dificuldades desde a pandemia e a crise económica.
Impacto nos aeroportos e no turismo
A organização sugere que a adesão à greve possa intensificar o impacto operacional de companhias aéreas, com consequências diretas na atividade turística e económica do país, já sensível aos constrangimentos atuais.
Apelo à cooperação setorial
A AHRESP reforça a necessidade de cooperação entre empresas e turistas para minimizar perturbações, mantendo a segurança e o bem-estar de todos durante o período de instabilidade e aguardando soluções responsáveis entre as partes envolvidas.
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