- A Comissão Europeia reviu em baixa as previsões do crescimento de Portugal para 1,7% em 2026 e 1,8% em 2027, citando os efeitos de tempestades e do conflito no Irão.
- O relatório de previsões económicas de primavera aponta choques no início de 2026, com tempestades em janeiro e fevereiro e subida dos preços da energia em março e abril.
- O sentimento económico deteriorou-se e o crescimento do produto interno bruto desacelerou de 0,9% no quarto trimestre de 2025 para estagnação no primeiro trimestre de 2026.
- O documento destaca que os choques externos contribuíram para a fraqueza económica, exacerbada pela energia mais cara.
A Comissão Europeia reviu em baixa as previsões para a economia portuguesa. Para 2026, o crescimento fica em 1,7%, e em 2027 em 1,8%. O recuo resulta dos efeitos das tempestades e do conflito no Irão, segundo o relatório de Primavera.
O documento aponta choques inesperados no início de 2026, com tempestades severas em janeiro e fevereiro. Seguiu-se uma subida dos preços da energia em março e abril, que pressionou o sentimento económico.
Além disso, o relatório registra desaceleração do PIB, passado de crescimento de 0,9% no último trimestre de 2025 para estagnação no primeiro trimestre de 2026. A análise liga o desempenho a choques energéticos e geopolíticos.
Factores que pesam na previsão
As previsões refletem ainda impactos contínuos de condições climáticas extremas e volatilidade energética. O relatório ressalva que o ritmo de recuperação poderá depender da evolução do comércio externo e de políticas de apoio.
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