- O Turismo de Portugal apresentou a campanha de turismo interno “Não procures mais longe. Encontra o teu país”, lançada em Porto de Mós, Leiria.
- A iniciativa associa emoções a locais rebaptizados, como a Praia do Espanto e o Castelo de Certezas, convidando os portugueses a redescobrir o país.
- A campanha surge num contexto de dinamização económica de regiões afetadas pelas tempestades de 2026, com Leiria a destacar-se entre as áreas beneficiárias.
- Em 2025, o turismo interno representou em média cerca de 30% das dormidas em Portugal, num total superior a 82 milhões, com receitas acima de 29 mil milhões de euros.
- O ministro da Economia e o presidente do Turismo de Portugal sublinharam que o turismo interno ajuda a coesão territorial e a recuperação económica; a campanha terá presença em cinema, rádio e digital entre maio e junho, com pausa no verão.
Após a tempestade, o Turismo de Portugal lança a campanha de turismo interno “Não procures mais longe. Encontra o teu país”, apresentada em Porto de Mós, Leiria. O objetivo é dinamizar regiões afetadas pelo mau tempo, promovendo viagens nacionais com foco emocional a locais rebatizados.
A iniciativa utiliza uma toponímia criativa, associando emoções a destinos reais como a Praia do Espanto, a Zambujeira do Mar e o Castelo de Porto de Mós. A campanha pretende incentivar os portugueses a redescobrir o país, destacando o encanto de territórios que sofreram com as consequências das tempestades.
O lançamento aconteceu na terça-feira em Porto de Mós, numa altura em que Leiria foi particularmente afetada por temporais. O Turismo de Portugal justifica o timing com a necessidade de dinamizar económica e socialmente várias regiões.
Carlos Abade, presidente do Turismo, afirma que a campanha responde às consequências das tempestades de 2026. O objetivo é reforçar a confiança nos territórios e mostrar o turismo como motor de recuperação económica.
Segundo dados de 2025, o turismo interno representou cerca de 30% das dormidas, com mais de 82 milhões de dormidas e receitas superiores a 29 mil milhões de euros. O turismo é descrito como motor de riqueza, emprego e coesão territorial.
O ministro da Economia e da Coesão Territorial sustenta que o turismo interno contribui para a estabilidade da procura e para o desenvolvimento de regiões com menor densidade turística, valorizando recursos endógenos.
Jorge Vala, presidente da Câmara de Porto de Mós, ressalta a resiliência da região após a crise, mantendo o encanto e a capacidade de acolhimento aos visitantes. A apresentação reforça o papel estratégico do turismo para a recuperação regional.
Entre os nomes da campanha aparecem locais como a Serra da Quietude (Serra de Montesinho, perto de Braga), o Rio Feliz (Arade, Portimão), o Cabo Sorriso (Cabo de São Vicente) e a Pertença de Cima (Mértola), além do Trilho da Leveza e dos Passadiços do Paiva.
A campanha chegará a meios de comunicação em maio e junho, com pausa no verão e retorno de setembro a novembro. O objetivo é manter o fluxo turístico e apoiar as zonas com maior necessidade de dinamização.
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