- O Conta Lá, canal de televisão português focado na proximidade, iniciou as emissões regulares em dezembro, com Sérgio Figueiredo na liderança executiva e Maurício Ribeiro a deter a maioria do capital.
- O projeto acumula dívidas significativas, com referências a montantes elevados junto de fornecedores e trabalhadores.
- O canal abandonou o espaço ocupado desde outubro no Arena Liga Portugal, no Porto, sem pagamento de renda e deixando dívidas à Liga dos Clubes; também deixou rendas por pagar em Lisboa.
- Sérgio Figueiredo enviou uma resposta ao CM, considerando as notícias como difamação e alegando dificuldades de tesouraria próprias de uma start-up, garantindo que os salários estão em ordem e que há dezenas de investidores.
- O Conta Lá prevê defender-se judicialmente nos termos da Democracia; o 24 Horas acusa Figueiredo de promover a viagem às montanhas do Nepal enquanto os trabalhadores aguardam vencimentos.
O Conta Lá iniciou emissões regulares em dezembro, com Sérgio Figueiredo à frente do projeto. O canal, promovido como uma televisão portuguesa centrada no país real, enfrenta graves dificuldades financeiras. A estrutura corporate é liderada por Maurício Ribeiro, e Figueiredo ocupa a presidência da Comissão Executiva.
Desde o lançamento, o canal acumula dívidas consideradas elevadas, numa sequência de encargos para fornecedores e trabalhadores. Entre as contas em atraso estão equipamentos técnicos e rendas não pagas por espaços ocupados em Porto e Lisboa.
Fotografia publicada por Sérgio Figueiredo, ainda antes do arranque, mostra o empresário nos Himalaias com a frase Com Conta Lá Sou Imbatível. A imagem serviu de símbolo de divulgação do projeto nas redes.
O Conta Lá deixou de ocupar o espaço no Arena Liga Portugal, no Porto, sem pagar rendas e deixando dívidas à Liga dos Clubes. Também terá abandonado um espaço em Lisboa, com valores não quitados.
O CM sofreu tentativas de entrevista junto de Maurício Ribeiro sem sucesso. Figueiredo enviou à redação um documento interno dirigido à equipa, negando as cifras apresentadas por outras fontes e criticando a divulgação de informações como injusta e desproporcional.
Sérgio Figueiredo reconhece dificuldades de tesouraria, próprias de uma start-up, mas assegura que salários estão em ordem. O representante afirma que o apoio de dezenas de investidores sustenta o projeto e que o Conta Lá continuará a defender-se nos vários campos jurídicos cabíveis.
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