- A venda do Novo Banco por 6,7 mil milhões de euros ficou concluída, 300 milhões de euros acima do anunciado em junho de 2025.
- O banco fechou o ano com lucros de 828 milhões de euros, contribuindo para a valorização.
- O fundo Lone Star, que comprou o banco em 2017, é o principal beneficiado com a conclusão do investimento e a passagem para o grupo BPCE.
- O Estado português, detentor de 25% do banco, recebe 1.673 milhões de euros (906 milhões para o Fundo de Resolução e 766 milhões para a Entidade do Tesouro e Finanças).
- O grupo BPCE enviou aos clientes a garantia de manter o foco em Portugal, aliando presença local à escala e solidez de um grande grupo bancário europeu.
O Fundo americano Lone Star concluiu a venda do Novo Banco por 6,7 mil milhões de euros, acima dos 6,4 mil milhões anunciados em junho de 2025. O aumento de 300 milhões resulta dos lucros da instituição e de benefícios fiscais associados à banca.
O Novo Banco terminou o último exercício com lucros de 828 milhões de euros, o que sustentou a valorização na venda. Além disso, houve a anulação de um imposto adicional sobre a banca e a devolução de verbas já pagas, fatores que contribuíram para o montante final.
O Estado português, que detinha 25% do banco, também recebeu menos coisa: 1,673 mil milhões de euros, distribuídos entre o Fundo de Resolução e a Entidade do Tesouro e Finanças. No total, Portugal beneficia de recursos adicionais com o negócio.
O grupo BPCE, que passa a deter o Novo Banco, enviou aos clientes uma mensagem de continuidade. A instituição afirma manter o foco em Portugal, apoiando-se na presença local, na relação de proximidade e na solidez de um grande grupo bancário europeu.
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