- O PCP afirmou que a venda do Novo Banco é o desfecho de um processo de assalto aos recursos do país.
- A declaração reflete a posição do partido sobre a venda do banco e o impacto para os recursos públicos.
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O PCP afirmou que a venda do Novo Banco representa o desfecho de um processo considerado, pelos comunistas, de saque aos recursos do país. A leitura apresentada é de que a operação encerra um ciclo de controlo externo sobre ativos nacionais, segundo a perspetiva do partido.
A posição foi apresentada como reação ao anúncio de venda do banco, com o PCP a sustentar que o negócio fecha um capítulo de perdas públicas e de privatização de ativos estratégicos. O partido não citou números específicos nem detalhes sobre o comprador.
Não foram divulgados, até ao momento, novos elementos oficiais sobre as condições da venda nem sobre o impacto previsto para clientes, trabalhadores ou para o financiamento público. O PCP mantém a crítica à forma como o processo foi conduzido, defendendo uma avaliação mais cuidadosa do interesse nacional.
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