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Companhia aérea lança a menor franquia de bagagem da Europa

Lufthansa lança Economy Basic com a franquia de bagagem mais pequena da Europa: apenas um item pessoal, sem bagagem de mão nem reserva de lugar

Uma pequena mala de cabina de cada vez: A franquia de cabina das classes económicas europeias poderá mudar se a União Europeia levar a sua avante.
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  • A Lufthansa lançou uma tarifa Economy Basic para viagens curtas e médias, com início de utilização em 18 de maio (viagens a partir de abril de 2026).
  • A oferta não inclui bagagem de mão, bagagem registada nem seleção de assento; é possível adicionar tudo mediante taxa adicional.
  • Inclui apenas um objeto pessoal com dimensões máximas de 40 x 30 x 15 cm, considerada a franquia de bagagem de cabine mais pequena na Europa.
  • Em comparação, Ryanair e Wizz Air mantêm uma franquia semelhante de bagagem de cabine simples (pequeno objeto pessoal), com custo extra para bagagem adicional e para a reserva de lugar.
  • O Parlamento Europeu tem discutido reforçar direitos dos passageiros, incluindo um item pessoal gratuito e uma pequena bagagem de mão até 100 cm no total e até sete quilos, o que pode influenciar políticas das companhias.

A Lufthansa revelou uma nova opção na classe económica, designada Economy Basic, que não inclui bagagem de mão nem reserva de lugar. A oferta destina-se a quem viaja apenas com um item pessoal e pretende tarifas mais acessíveis, sem possibilidade de remarcação ou reembolso. A temporada de lançamento está marcada para maio de 2026, com voos a partir de 18 de maio em rotas de curta e média distância do grupo Lufthansa.

A franquia permite apenas um item pessoal com dimensões até 40 x 30 x 15 cm, tornando-a a mais pequena da Europa entre grandes companhias. Para levar bagagem de mão ou bagagem registada, os passageiros terão de pagar taxas adicionais.

Parágrafo seguinte: a proposta surge numa altura em que outras transportadoras europeias também aplicam modelos restritos, com itens pessoais incluídos, mas com variações nas dimensões e nos custos adicionais. A comparação entre empresas é comum entre viajantes atentos aos preços.

Comparação com outras transportadoras

A Ryanair e a Wizz Air mantêm, na prática, franquias similares: um pequeno item pessoal com até 40 x 30 x 20 cm incluído na tarifa base, sendo a bagagem de mão e a bagagem registada sujeitas a pagamento adicional. Em contraste, a Wizz Air tem vindo a introduzir serviços premium em algumas rotas, incluindo mais malas de cabine e bebidas gratuitas.

A British Airways comercializa uma versão da Economy Basic onde a franquia de mala de mão é de 40 x 30 x 15 cm, mas permite uma segunda mala de cabine até 56 x 45 x 25 cm para colocar no compartimento superior. A oferta Euro Traveller resulta em destinos espalhados por mais de 100 cidades europeias, com tarifas a partir de valores promocionais.

A EasyJet mantém a política padrão, incluindo uma mala de cabine com dimensões até 45 x 36 x 20 cm e a possibilidade de adquirir lugar reservado ou bagagem de porão. No quadro regulatório europeu, o Parlamento aprovou, em janeiro de 2026, reforçar direitos dos passageiros, exigindo um item pessoal gratuito e uma pequena bagagem de mão sem custos, até 7 kg, com limites combinados de até 100 cm.

Contexto regulatório e reação do setor

A UE discute alterações às regras de bagagem, com a possibilidade de exigir itens pessoais gratuitos incluídos na tarifa base. A proposta visa melhorar a experiência do passageiro sem aumentar custos ocultos. Parlamentares indicam que o objetivo é equilibrar tarifas mais baixas com direitos de consumo.

Kenton Jarvis, responsável por easyJet, criticou a proposta, descrevendo-a como preocupante para consumidores, citado por veículos de imprensa. Empresas de baixo custo destacam que a limitação de espaço na cabina é um desafio recorrente para operações diárias.

As mudanças em curso podem influenciar o modelo de negócios de várias transportadoras, com impacto na forma como as malas são geridas a bordo. A evolução depende de decisões políticas a nível europeu e da resposta operacional das companhias aéreas.

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