- O governador do Banco de Portugal, Álvaro Santos Pereira, teve de desfazer-se de ações que tinha comprado antes de assumir o cargo.
- O Banco de Portugal (BdP) apenas refere que a aquisição foi revertida, sem esclarecer se houve venda das ações.
- A instituição afirma que não existe impedimento legal para o governador ser acionista de uma sociedade cotada na bolsa, desde que não haja conflito de interesses.
- O BdP diz ainda que o governador adquiriu ações antes de tomar funções e as revertou, sem que haja impedimento legal.
- Álvaro Santos Pereira foi nomeado para o BdP em 2018, tendo sido ministro da Educação e Ciência previamente.
O governador do Banco de Portugal, Álvaro Santos Pereira, teve de desfazer-se de ações que havia comprado antes de assumir o cargo. O banco confirmou a reversão da aquisição, mas não esclareceu se houve venda direta das ações.
O Banco de Portugal afirma que não existe impedimento legal para o governador ser acionista de uma sociedade cotada na bolsa, desde que não haja conflito de interesses. A instituição não detalha, porém, se o desfazimento ocorreu por venda ou outra forma.
Álvaro Santos Pereira foi nomeado governador em 2018, depois de já ter ocupado o cargo de ministro da Educação e Ciência. A notícia sobre o assunto foi publicada na edição de hoje do Correio da Manhã, com o título relativo ao desfazimento de ações.
Esclarecimentos do Banco de Portugal
O banco reiterou que a compra foi revertida, sem indicar o modo específico de desfazimento. A comunicação destaca ainda que não há impedimento legal para a participação acionista, desde que não haja conflito de interesses.
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