- A Brisa disse que ainda não sente o impacto da crise dos combustíveis na circulação das autoestradas em Portugal.
- O presidente executivo, António Pires de Lima, fez as declarações à margem das celebrações dos 35 anos da Via Verde, na sede do grupo, em Cascais.
- afirmou que o que mais afeta a mobilidade é o clima, referindo-se às tempestades que assolaram o País em janeiro e fevereiro.
- A Brisa tem concessão de autoestradas em Portugal e atividade em mais de quinze países.
- Questionado sobre os resultados anuais, o presidente reiterou que o clima, e não a crise energética, tem maior influência na circulação, ainda que as tempestades tenham tido impacto nesses meses.
A Brisa afirmou não ter sentido, até ao momento, o impacto da crise dos combustíveis na circulação nas suas autoestradas. A declaração foi feita esta sexta-feira pelo presidente executivo durante a cerimónia de celebração dos 35 anos da Via Verde, em Cascais.
O responsável explicou que, neste momento, o principal fator que afeta a mobilidade dos portugueses é o clima, em especial as tempestades que atingiram o país nos últimos meses.
Questionado sobre efeitos nos resultados anuais do grupo e da Via Verde, o presidente da Comissão Executiva reiterou que não há, ainda, impacto significativo na circulação, destacando que as intempéries de janeiro e fevereiro reduziram a mobilidade durante esse período.
A Brisa opera em Portugal e em mais de 15 países, apresentando uma posição de liderança no setor de concessões rodoviárias e de mobilidade, com a Via Verde como principal solução de pagamento automático.
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