- O ministro da Energia do Cazaquistão confirmou a suspensão do trânsito de petróleo para a Alemanha via Rússia, pelo oleoduto Druzhba, a partir de 1 de maio, durante o mês de maio.
- A suspensão deve-se a problemas de viabilidade técnica, segundo fontes não oficiais, com a expectativa de retomar o trânsito assim que a questão for resolvida.
- Segundo o ministro, a Rússia não tem capacidade técnica para bombear o petróleo do Cazaquistão, o que deverá manter-se até que haja solução.
- A previsão para o segundo trimestre é de que, se a situação não for resolvida, o trânsito permaneça zero nos três meses, conforme as informações recebidas.
- O Cazaquistão exporta até 200 mil barris por dia para as refinarias alemãs através do Druzhba; volumes não expedidos devem ser redirecionados para outras rotas.
O Cazaquistão suspendeu, em maio, o trânsito de petróleo para a Alemanha através da Russia, via o oleoduto Druzhba. A decisão foi anunciada pelo ministro da Energia, Yerlan Akkenzhenov, com base em informações de fontes não oficiais que indicam limitações técnicas.
A suspensão entra em vigor a 1 de maio e afeta o envio de petróleo do Cazaquistão até à refinaria alemã Shved, via Adral Samara. O ministro revelou que a parte russa também não tem capacidade técnica para bombear o petróleo nacional.
Akerzhenov afirmou que não houve confirmação oficial russa até ao momento, mas que a questão da viabilidade técnica deverá ser resolvida antes de retomar o trânsito. A previsão para o segundo trimestre aponta para zero trânsito pelo Druzhba.
O petróleo kazakh pode chegar a 200 000 barris por dia às refinarias alemãs através desta rota, que representa uma porção relativamente pequena das exportações totais. O ministro reiterou que a produção de petróleo no Cazaquistão não será reduzida.
Segundo relatos locais, os volumes não expedidos deverão ser redirecionados para outras rotas, caso permaneçam as restrições. O objetivo é manter a operação estável do sistema de exportação, sem alterar a produção doméstica.
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