- No final de fevereiro, ataques aéreos afastaram navios de portos no Médio Oriente, com seis cruzeiros bloqueados nos portos de Dubai, Doha, Abu Dhabi e Dammam.
- O estreito de Ormuz reabriu à passagem de cruzeiros no fim de semana, com os barcos já a navegar rumo à Europa.
- O Celestyal Discovery, partindo de Dubai, foi o primeiro a cruzar o estreito numa operação coordenada; o Celestyal Journey, partindo de Doha, seguiu-lhe o exemplo.
- A MSC Euribia saiu de Dubai, atravessou Ormuz com segurança e segue para o Norte da Europa; os navios Mein Schiff 4 e Mein Schiff 5, da TUI Cruises, também avançaram para o Mediterrâneo.
- O navio Aroya, da Aroya Cruises, dirige-se a Jeddah, antes de seguir para o Mar Vermelho e, depois, para Istambul e o Mediterrâneo.
Os seis cruzeiros que ficaram retidos nos portos do Golfo por quase dois meses devido aos conflitos entre EUA, Israel e Irão conseguiram atravessar o estreito de Ormuz e seguir rumo à Europa. A travessia ocorreu após uma abertura temporária e com coordenação entre autoridades regionais e operadoras. O regresso aos itinerários seguros foi confirmado pelas companhias envolvidas.
O Celestyal Discovery foi o primeiro a atravessar o estreito, saindo do Dubai na sexta-feira. Em seguida, o Celestyal Journey, com base na Grécia, também cruzou o canal a partir de Doha. As duas embarcações já navegam em direção ao Mediterrâneo, com plano de retomar a programação normal.
A MSC, outra gigante do setor, fez avançar o MSC Euribia, que partiu do Dubai e atravessou Ormuz com destino ao Norte da Europa. A viagem decorreu sob coordenação estreita com as autoridades competentes, seguindo para Kiel e Copenhaga conforme o calendário inicial.
A TUI Cruises deslocou os navios Mein Schiff 4 e Mein Schiff 5 para o Mediterrâneo. Ambos rumaram para a Cidade do Cabo e devem regressar aos programas habituais, recebendo hóspedes em Trieste e Heraklion, conforme planeado.
O sexto navio a cruzar foi o Aroya, da operadora homónima da Arábia Saudita, que continua para Jeddah, com vislumbres de passagem por Istambul e depois pelo Mediterrâneo, abrindo caminho para o regresso aos itinerários regionais.
As companhias destacaram que a operação decorreu com calma e perícia dos comandantes, em ambiente de tensão bélica. O regresso aos circuitos habituais foi assegurado através de uma cooperação com autoridades regionais e parceiros de segurança.
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