- A Ahresp pede reforço na componente a fundo perdido do apoio prometido pelo Governo às empresas de restauração.
- O Governo prometeu o apoio em janeiro, mas ainda não chegou ao sector.
- A associação defende que o reforço na componente a fundo perdido é essencial para a eficácia do apoio.
- Além disso, solicita o alargamento dos períodos de carência e outras medidas de suporte ao sector.
A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (Ahresp) afirma que o apoio prometido pelo Governo em janeiro ainda não chegou ao setor da restauração. O pedido recente é de reforçar o apoio com uma maior componente a fundo perdido e ampliar os períodos de carência.
A Ahresp destaca que, sem esse reforço, as micro e pequenas empresas do ramo continuam com dificuldades financeiras para manter as operações. O objetivo é tornar o apoio mais eficaz face aos custos fixos e às perdas geradas pela crise.
O Governo tinha anunciado suporte específico para empresas de restauração em janeiro, mas não há confirmação de implementação até ao momento. A Ahresp defende ainda que, para além do reforço, devem ser alargados os prazos de acesso ao fundo.
Pedido de reforço ao apoio disponível
A associação sublinha que a melhoria da componente a fundo perdido pode ajudar a manter empregos e evitar despedimentos no setor. Em paralelo, é considerado essencial manter as condições de elegibilidade já anunciadas pelo Executivo.
Segundo a Ahresp, é prioritário que, assim que o apoio chegue, contenha um reforço considerável do valor a fundo perdido e uma extensão dos períodos de carência. O objetivo é facilitar a recuperação gradual das empresas de restauração.
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