- Os Países Baixos vão disponibilizar mais de 950 milhões de euros para apoiar empresas e famílias face aos preços da energia, financiados por aumentos de impostos.
- Deste montante, 627 milhões de euros destinam-se a medidas de apoio, incluindo 150 milhões para um fundo temporário de emergência para a energia, dirigido aos particulares.
- O Governo prevê medidas específicas de redução das contribuições sociais e da carga fiscal em 2026, num total de 340 milhões de euros, financiadas principalmente por aumentos de impostos, nomeadamente sobre o álcool.
- Foi ativada a primeira fase do plano nacional de crise petrolífera, de preparação para uma possível escassez iminente de petróleo, que tem quatro fases no total.
- O Governo disse que não existe actualmente escassez grave de petróleo, mas mantém-se preparado para possíveis deteriorações futuras e pode atuar se necessário.
O Governo dos Países Baixos anunciou a disponibilização de mais de 950 milhões de euros para mitigar o impacto da subida dos preços da energia, agravada pela escalada de conflitos no Médio Oriente. O apoio destina-se a famílias e empresas e é financiado via aumentos de impostos.
Do montante total, 627 milhões de euros vão para medidas de apoio generalizado a cidadãos e empresas, com 150 milhões destinados a um fundo temporário de emergência para a energia. A medida visa reduzir os efeitos da inflação energética já sentidos pelas famílias.
Além disso, o Executivo prevê reduzir as contribuições sociais e a carga fiscal em 2026, num montante de 340 milhões de euros, financiado em grande parte por aumentos de impostos sobre o álcool.
Os Países Baixos ativaram, nesta segunda-feira, a primeira fase de um plano de crise de preparação para uma possível escassez iminente de petróleo. O plano nacional de crise petrolífera prevê quatro fases e envolve entidades governamentais e industriais.
Embora o Governo afirme que não existe atualmente uma escassez grave de petróleo, declara que se prepara para eventuais deteriorações futuras e mantém a possibilidade de adotar medidas adicionais caso cenários mais graves se concretizem.
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